{"id":4575,"date":"2024-02-29T10:34:42","date_gmt":"2024-02-29T10:34:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.wygroup.net\/?p=4575"},"modified":"2024-02-29T10:34:44","modified_gmt":"2024-02-29T10:34:44","slug":"engenharia-de-experiencia-digital-de-produto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.wygroup.net\/pt-pt\/engenharia-de-experiencia-digital-de-produto\/","title":{"rendered":"Do Conceito \u00e0 A\u00e7\u00e3o: Engenharia de Experi\u00eancia Digital de Produto"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Qualquer produto digital \u00e9 distribu\u00eddo para os seus utilizadores em canais como smartphones, computadores e outros. A experi\u00eancia do utilizador \u00e9 crucial para o seu sucesso, e n\u00e3o existe uma boa UX sem um bom processo de engenharia. <\/h1>\n\n\n\n<p>Esta liga\u00e7\u00e3o indissoci\u00e1vel pede uma implementa\u00e7\u00e3o do software development lifecycle (SDLC) estendida para que a engenharia tenha a melhor informa\u00e7\u00e3o poss\u00edvel no momento da implementa\u00e7\u00e3o, e conseguir concretizar a ideia do produto como este foi imaginado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No caso de desenvolvimento de um produto, o processo come\u00e7a antes da fase de levantamento de requisitos, em momentos de trabalho colaborativo de pessoas ligadas ao neg\u00f3cio e profissionais de UX research e facilitadores de idea\u00e7\u00e3o. <\/strong>Entre estudos de mercado, entrevistas com potenciais utilizadores e sess\u00f5es com especialistas do neg\u00f3cio que alimentam workshops de Design Thinking e de Ideation, gera-se uma imensa quantidade de informa\u00e7\u00e3o acerca de regras de neg\u00f3cio, necessidades funcionais e n\u00e3o funcionais, que \u00e9 valiosa para a engenharia no momento da implementa\u00e7\u00e3o. Ao estender o processo de desenvolvimento de software para incluir este momento, estar\u00edamos a entrar naquilo que \u00e9 o processo de desenvolvimento de produto (PDLC).<\/p>\n\n\n\n<p>Mas os intervenientes desta fase do processo, que s\u00e3o ligados mais \u00e0 \u00e1rea de neg\u00f3cio, t\u00eam formas pr\u00f3prias de levantar e escrever requisitos. \u00c9 comum vermos uma dist\u00e2ncia grande entre a equipa de produto e a equipa de engenharia na forma como a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 levantada e organizada, o que pode originar uma perda desnecess\u00e1ria de informa\u00e7\u00e3o valiosa. Para este desafio, uma <strong><em>framework<\/em> de alinhamento de requisitos que assegure a sintonia entre todas as equipas envolvidas \u00e9 imprescind\u00edvel para o sucesso e previsibilidade do projeto de implementa\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 com esta informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel que a engenharia consegue tomar decis\u00f5es mais adequadas no desenho do sistema e da infraestrutura que o suporta. Qualquer canal ter\u00e1 uma interface, e a cria\u00e7\u00e3o de interfaces em qualquer linguagem nativa, h\u00edbrida ou low-code, precisa de ser muito claramente mapeada para os desenhos de layouts e componentes. Mais uma vez, a organiza\u00e7\u00e3o desta informa\u00e7\u00e3o deve ser alinhada para que se partilhem nomes, hierarquias e associa\u00e7\u00f5es entre a equipa de produto, design e engenharia. A fluidez desta parte do processo \u00e9 novamente crucial para que n\u00e3o haja perda de informa\u00e7\u00e3o valiosa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o \u00e9 apenas no lado da interface que deve existir alinhamento inter-equipas. No lado do servidor, que assegura tipicamente os dados e as regras de neg\u00f3cio, tamb\u00e9m deve estar garantido que as decis\u00f5es s\u00e3o tomadas tendo em conta a experi\u00eancia do utilizador.<\/strong> As escolhas na modela\u00e7\u00e3o dos dados e dos desenhos arquiteturais devem considerar o que \u00e9 melhor para o utilizador na sua interac\u00e7\u00e3o com o produto. As decis\u00f5es devem ser em fun\u00e7\u00e3o das necessidades da interface porque \u00e9 a parte do sistema mais pr\u00f3xima do utilizador e da sua experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Invariavelmente existir\u00e1 uma infraestrutura que suporta os servi\u00e7os que servem a interface. Esta, que pode ser mais ou menos distribu\u00edda e descentralizada, tem de ser pensada no sentido da resili\u00eancia, seguran\u00e7a e disponibilidade, porque \u00e9 aqui que est\u00e3o as maiores amea\u00e7as \u00e0 experi\u00eancia do utilizador. Um produto que n\u00e3o funciona bem e de forma segura ter\u00e1 um problema inevit\u00e1vel com os seus utilizadores.<\/p>\n\n\n\n<p>A entrega de um produto \u00e9 algo cont\u00ednuo no tempo e o processo de desenvolvimento continua, depois da entrega inicial, com manuten\u00e7\u00f5es corretivas e evolutivas. <strong>Todos os produtos de sucesso atingem-no com evolu\u00e7\u00e3o a n\u00edvel funcional e\/ou visual, e esta deve ser tratada com o mesmo rigor e foco naquilo que \u00e9 a experi\u00eancia do utilizador. <\/strong>As altera\u00e7\u00f5es devem ser devidamente testadas em ambientes semelhantes, ou iguais, aos da realidade que estar\u00e1 dispon\u00edvel para o utilizador final. Todo este processo deve assentar em fluxos autom\u00e1ticos de deploy desenhados de forma a minimizar ao m\u00e1ximo o downtime do sistema, evitando a frustra\u00e7\u00e3o no utilizador.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, <strong>a monitoriza\u00e7\u00e3o do sistema na perspectiva daquilo que \u00e9 a sua utiliza\u00e7\u00e3o por parte do utilizador final \u00e9 de onde as equipas de engenharia e produto se podem alimentar de mais informa\u00e7\u00e3o valiosa. <\/strong>Um trabalho colaborativo e de reflex\u00e3o sobre a informa\u00e7\u00e3o gerada pelo sistema em bases de dados, logs e outros, pode trazer altera\u00e7\u00f5es naquilo que s\u00e3o as prioridades de trabalho e deve ser parte integrante do processo de cria\u00e7\u00e3o de valor para a experi\u00eancia do utilizador final.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 a emo\u00e7\u00e3o numa boa experi\u00eancia final para o utilizador que deve reger a racionalidade da engenharia. <\/strong>Todos estes princ\u00edpios s\u00e3o mais do que diretrizes, s\u00e3o a ess\u00eancia da nossa abordagem di\u00e1ria. Comprometidos com a satisfa\u00e7\u00e3o e produtividade das equipas de engenharia, promovemos uma conex\u00e3o e sinergia entre todas as \u00e1reas envolvidas no processo de concep\u00e7\u00e3o. A nossa metodologia, alinhada \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o eficaz do SDLC estendido, garante n\u00e3o apenas a excel\u00eancia t\u00e9cnica, mas tamb\u00e9m uma entrega cont\u00ednua de produtos digitais que refletem de forma precisa e inovadora as necessidades e experi\u00eancias dos utilizadores finais.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Artigo de opini\u00e3o de Diogo Cunha, CTO na <a href=\"https:\/\/www.wygroup.net\/pt-pt\/crafts-os-nossos-servicos\/bliss-applications\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\">Bliss Applications<\/mark><\/strong><\/a>, originalmente publicado na <a href=\"https:\/\/www.itinsight.pt\/news\/opiniao\/do-conceito-a-acao-engenharia-de-experiencia-digital-de-produto\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\">ITinsights<\/mark><\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qualquer produto digital \u00e9 distribu\u00eddo para os seus utilizadores em canais como smartphones, computadores e outros. 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